voluptatisque

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Meu sonho sempre foi amar e transar com a mesma pessoa.
Eu ouvi a voz dele naquele tom airoso vindo em minha direção, sussurrando meu nome. Seus passos silenciosos pelo corredor traziam-no para mim com aqueles olhos negros já desejando o meu corpo. Com pressa, ele nos jogou para dentro do almoxarifado e trancou a porta. Colou a boca na minha e seu corpo começou a me falar coisas que suas palavras não podiam. Ele apertou-me o seio direito e eu agarrei seu cabelo grisalho enquanto vasculhava sua boca com a língua. Ríctus cujo manancial me deleitava. Me beijava com tanto desespero que parecia querer cravar sua alma na minha.
Mais e mais sua volúpia emergia e buscava me afogar. Ouvi sair de seus lábios resíduos de palavras obscenas enquanto nossas línguas dançavam juntas. Ele me nomeou e eu senti, na sua língua, o gosto que soava o meu nome. Ele colocou a mão dentro da minha blusa e agarrou minhas costas, colocou a boca no meu pescoço e começou a chupar um nada que, na verdade, era um tudo que aspirava. Meus mamilos, intumescidos com promessas e ganas esperançosas, já me mostravam sob a blusa. Apertou seu corpo contra o meu e me olhou nos olhos. Aqueles negros resíduos famintos de voluptuosidade. O versejar de nossos corpos não suportaram os anseios. Eu abri sua calça e, enquanto tentava engolir sua língua sedenta, circulei seu membro com os dedos. Aquele pedaço de carne que podia, à menor excitação, tomar outra dimensão anatômica, pulsou na minha mão, no afluxo de sangue em seu interior. Sua mão buscava debaixo da minha saia a fonte de onde eu já jorrava. E encontrou.